Dia Nacional da Consciência Negra: conscientizar os alunos é educar para a vida

Dia Nacional da Consciência Negra: conscientizar os alunos é educar para a vida

O Dia da Consciência Negra no Brasil comemora-se no dia 20 de novembro. É também a data da morte de Zumbi dos Palmares, um líder muito importante na luta e resistência negra. 

Zumbi nasceu no Quilombo e lutou pela libertação dos escravos e, embora a abolição da escravatura só tenha acontecido quase duzentos anos após a sua morte, na data de 13 de maio de 1888, o líder é sempre relembrado por ativistas do movimento negro, dado sua incrível importância em diversas rebeliões e na sobrevivência negra. 

O Dia da Consciência Negra incentiva a maior conscientização histórica da nossa sociedade, e também uma maior reflexão sobre a cultura africana que está presente na formação do Brasil.

A importância do Dia Nacional da Consciência Negra para as escolas

Como instituição educativa, somos também responsáveis pela formação dos nossos alunos, crianças ou jovens. É muito importante que em nossa proposta pedagógica haja sempre o ensino ao respeito ao outro e a valorização da cultura brasileira.

É claro, não podemos abordar esta questão apenas no Dia 20 de Novembro. A conscientização ocorre todo dia, quando ensinamos também o exercício da empatia, colaboração e cooperação às nossas crianças e jovens. Estes valores requerem práticas pedagógicas trabalhadas ao longo de todo o ano letivo.

Abordamos a cultura afro-brasileira através de jogos, espetáculos, oficinas, rodas de conversa e pintura. A história do Brasil tem matriz africana e indígena que precisa ser mostrada. Para tornar esse processo ainda mais natural e forte, a nossa equipe pedagógica traz a abordagem do respeito ao outro e a todas as diferenças, de forma que o processo de aprendizado seja fluido e afetivo

Para completar a nossa homenagem a esse dia tão importante, indicamos aqui treze livros infantis sobre representatividade negra para ler com os pequenos.

“Um povo sem história, origem e cultura, é como uma árvore sem raiz”, diz Marcus Garvey

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