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Na correria da rotina, muitas vezes não damos a devida atenção ao que está diante dos nossos olhos. Deixamos de fazer pequenas perguntas a pessoas queridas, e até para nós mesmos. Esses detalhes podem fazer uma diferença crucial na vida do outro e na nossa própria também.
Por isso, a fala e a escuta são extremamente necessárias. Perguntas simples como: você está se cuidando? Como você está? Gostaria de conversar? Podem ser transformadoras na vida daqueles que estão passando por um momento difícil.
Quando se fala em cuidados com a saúde mental, a atenção sob crianças e adolescentes deve ser redobrada. Além disso, temáticas relacionadas ao setembro também precisam ser trabalhadas e reforçadas por todos os outros meses do ano.
Em todas unidades do Colégio ELO, desenvolvemos atividades sobre o Setembro Amarelo. Em Boa Viagem, as psicólogas levaram uma dinâmica onde os alunos desenharam o que acham que é a vida, tivemos algumas respostas como “mamãe”, “papai”, “vovó” e “brincar com os amiguinhos.”
Abaixo, o registro de perguntas e respostas:
Como abordar temáticas relacionadas ao Setembro Amarelo na escola?
R. Setembro Amarelo traz uma temática relacionada diretamente ao combate ao suicídio, mas, nas escolas, é importante dialogar com os alunos abordando o tema de forma mais indireta e lúdica. Falar temáticas como a importância da saúde mental e a valorização da vida são temas essenciais de se debater todos os dias do ano.
O que são sinais de alerta? Como percebê-los e agir quando perceptíveis em crianças e adolescentes?
R. Os sinais de alerta mais comuns são: mudanças de comportamento (isolamento/automutilação), falas depressivas desejando a morte ou “não vale a pena viver”, dentre outros. Quando percebemos os sinais anteriormente mencionados, a indicação é procurar ajuda de um profissional da área e nunca desvalorizar a fala e o sentimento expressados.
Qual a importância da escola e família trabalharem em conjunto na ajuda de jovens com a saúde mental afetada?
R.É imprescindível ter a escola e a família trabalhando juntos. Quando pensamos em educação, logo pensamos em escola na formação de cidadãos. A importância da valorização da saúde mental tem que partir da família e reforçada pela escola, sendo assim, quando percebido que o jovem está com a saúde mental afetada, tanto a família quanto a escola, estará preparando o ambiente e conduzindo o jovem para um suporte emocional de um profissional.
Criada em 2015 pelo Centro de Valorização da Vida – CVV, em parceria com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria, o Setembro Amarelo é uma campanha de prevenção ao suicídio.
O movimento é inspirado em uma história de fim trágico. Em resumo, no ano de 1994, um jovem americano chamado Mike Emme tirou sua própria vida dentro do seu carro de cor amarela, com apenas 17 anos. Infelizmente nem a família, nem os amigos, perceberam os sinais de que ele pretendia chegar a essa ação.
Em despedida a Mike, seus amigos montaram cartões e fitas amarelas com a mensagem: “Se precisar, peça ajuda”. A atitude expandiu-se por todo o mundo, e muitos jovens passaram a utilizar cartões e fitas amarelas para pedir ajuda a pessoas próximas.
Ao longo do mês, são realizadas algumas ações como palestras, debates e atividades voltadas para a prevenção, além da circulação de cartazes, outdoors e materiais de divulgação em geral.
O próprio Centro de Valorização da Vida – CVV é responsável por realizar atendimentos voluntários e prestar apoio emocional por meio de várias opções:
Os voluntários são devidamente capacitados. Compartilham do respeito, anonimato, e principalmente do sigilo de tudo aquilo que for dito ou escrito nas conversas.
Você não está sozinha. Você não está sozinho. Se precisar, peça ajuda!
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