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Como não amar o mês de junho? Quando falamos nesse mês é quase impossível não lembrar do milho, da fogueira e da quadrilha, por exemplo. Porém, as festas juninas vão além disso, sua importância vem de uma herança cultural e histórica, onde é comemorado três santos populares: Santo Antônio (dia 13), São Pedro (dia 29) e São João (dia 24).
O mais conhecido é o São João, o santo festeiro, celebrado no dia 24 junho. A ideia original dessa festividade foi trazida para o Brasil quando os Portugueses iniciaram a colonização, mas logo foi adaptada ganhando novos costumes, culinárias, danças, dentre outros aspectos, por várias regiões brasileiras.
As escolas como ambiente de conhecimento e de valorização das manifestações culturais, não podem perder a oportunidade de ensinar as tradições de seu próprio país, e claro, festejar com os alunos e seus familiares. Para isso, é de bom tom usar um poderoso método de aprendizado: a diversão.
O intuito de introduzir e manter atividades dinâmicas neste contexto, é promover a integração entre alunos, familiares e o corpo docente, um momento de comemorar em conjunto como uma grande família. Ressaltamos ainda que, isso inclui a criação de seres humanos mais informados e com maiores noções de responsabilidade cultural.
Afinal, essa é a grande essência do São João, resgatar a tradição, assim apreciando uma cultura que é passada de geração para geração.
Desde o ano de 2013, a cidade de Campina Grande, na Paraíba, mantém o título de “Maior São João do Mundo”, chegando a reunir mais de 2 milhões de pessoas. E nesse ano de 2022, bateu o novo recorde de Maior Quadrilha Junina do país, composta por 1049 casais.
No entanto, o município de Caruaru, em Pernambuco, não fica para trás. Culturalmente chamada de Capital do Forró, atrai milhares de turistas de todo o Brasil e do exterior, com festividades ao longo de todo mês de junho. Vale a pena conhecer!
Os Portugueses trouxeram muitas coisas para o Brasil, uma delas foi o “tartã” mais conhecido como a estampa xadrez, originalmente criada pelos escoceses. Dessa forma, quando o xadrez chega em terras brasileiras, o seu uso tem força nas regiões rurais, ou seja, pelas pessoas do campo. Sendo assim, a característica caipira fez com que a vestimenta fosse adaptada para as festas juninas.
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