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Chamar o colega de “cabeção”, “gordão”, “quatro olhos” ou qualquer outro apelido pejorativo pode parecer engraçado, mas na verdade isto é bullying. O bullying é a repetição de atos violentos, geralmente feitos em grupo contra uma única pessoa.
O bullying acontece de forma camuflada por meio de agressão verbal, física ou até mesmo virtual (cyberbullying). A princípio, o bullying pode ser visto como uma brincadeira. Entretanto, é uma “brincadeira” de mal gosto, que machuca e humilha.
De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Unicef, um em cada três jovens já foram vítimas de bullying na internet. A prática normalmente acontece nas escolas, mas pode ocorrer em qualquer ambiente.
Para as vítimas, os traumas são muitos e podem durar por toda a vida. Por exemplo: dados de um estudo realizado no Reino Unido em 2019, mostram que 17% das vítimas pensaram em tirar a própria vida, ao mesmo tempo que 78% afirmaram ter crises de ansiedade por conta das agressões.
A Lei Antibullying (13.185/15) classifica os comportamentos em oito tipos:
Antes de tudo, é preciso buscar ajuda de um adulto. Neste caso, é bom falar para os pais ou alguém próximo que seja de confiança, afinal, ele vai saber o que fazer.
Em seguida, é preciso informar à escola e aos professores o que está acontecendo. Afinal, só depois de estar a par do que está acontecendo é que a escola pode tomar atitudes para solucionar o problema.
Assim como é necessário informar à escola, é importante procurar um psicólogo. Ele é capaz de ajudar a superar os traumas e trabalhá-los para que a vítima volte a se sentir bem.
Em parceria com os pais, o colégio é um dos principais agentes no combate ao bullying. Por meio de campanhas educativas e do diálogo, é possível conscientizar os alunos da necessidade de respeitar o próximo.
Junto isso, a escola deve estar pronta para acolher a vítima e também o agressor. A vítima para ajudá-la a superar os traumas e o agressor para entender porquê ele faz isso e de qual forma é preciso agir para que isso não se repita.
Aqui no Colégio ELO, trabalhamos o respeito às diferenças já nos primeiros anos da educação infantil. Além disso, temos uma equipe pedagógica pronta para agir no menor sinal de bullying entre os estudantes.
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