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O processo de formação de um cidadão responsável e independente é fruto dos seus aprendizados ainda na infância. Uma criança que tem a autonomia infantil estimulada tende a ser um adulto mais seguro e responsável. Conforme a idade da criança, você pode estimular sua autonomia por meio de atividades e tarefas rotineiras.
Por exemplo, com uma criança na idade de 02 a 03 anos, pode trabalhar a experiência de guardar suas roupas e brinquedos. Enquanto isso, na faixa de 04 a 05 anos, você pode dar funções como regar as plantas, ajudar a cuidar do seu animal de estimação ou arrumar a própria lancheira da escola.
Entretanto, essa autonomia não é uma tarefa fácil na relação entre pais e filhos. O cuidado materno e paterno são essenciais e estimular a autonomia não se trata de descuidar dos seus filhos e deixá-los fazerem tudo sozinhos, mas sim de abrir mão do controle excessivo e da superproteção com as crianças. Ou seja: para praticar a autonomia infantil é preciso planejamento e dedicação.
Na medida em que a criança cresce, as responsabilidades devem aumentar as proporções. Dos 06 aos 10 anos, já é possível introduzi-los a pequenas atividades da casa, como retirar o lixo, guardar compras, ajudar a lavar as louças e no preparo das refeições. Todas essas atividades devem ser conversadas diretamente com os filhos, é importante que haja esse planejamento.
Primeiramente: estabeleçam metas juntos. Ao lado do seu filho, crie um planejamento de tarefas e atividades que colocarão em prática durante a rotina. Esse passo é fundamental para a organização pessoal da criança.
Em seguida, dê ao seu filho o poder de escolha. É importante que a criança aprenda desde cedo a falar sobre suas escolhas e preferências, isso estimula o processo de definição da sua personalidade. Por exemplo, você pode dar à criança o poder de escolher sua alimentação, roupas, livros, entre outras coisas. Deixe-o livre na hora da escolha.
Além disso, ensine-o a lidar com a frustração. O aprendizado requer muitas tentativas e erros, e a persistência é essencial para o processo de autonomia. Por isso, não ajude de imediato. Deixe que ele tente fazer determinadas atividades várias tentativas até conseguir.
Ao mesmo tempo em que a criança aprende a lidar com a frustração, estimule a comunicação para que ela fale sobre o que está sentindo. Pergunte sempre à criança sobre as suas preferências e deixe com que ela sinta confiança em falar sobre assuntos que acontecem com ela. Por exemplo, pergunte como é o seu dia de aula ou o que ela gostaria de comer. Isso ajuda a criar laços afetivos e de segurança.
Por fim, mas não menos importante, demonstre coragem. Não mostre que está com medo de dar autonomia ao seu filho. Quanto mais confiança você passar para ele, melhor. Nesse caso, deixe sempre claro que ele é capaz de resolver esse problema e que, caso precise de ajuda, você está por perto para ajudar.
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