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Hoje, dia 02 de abril, vivenciamos o Dia de Conscientização sobre o Autismo. Em primeiro lugar, o Abril Azul foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma maneira de trazer para discussão social o universo que envolve o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Segundo estatísticas do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), 1 a cada 36 crianças tem autismo. O Colégio ELO, sabendo da importância da conscientização como uma forma de compreender as diferenças para assim integrar todos em uma sociedade justa, trouxe um artigo com os principais pontos sobre o TEA.
Em primeiro lugar, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) se caracteriza pelo desenvolvimento atípico (neurodivergente). Também dificuldades na comunicação e interação social, padrões estereotipados e hiperfoco em interesses específicos.
Sendo assim, quanto mais cedo forem percebidos os sintomas, melhor e mais efetivo é o tratamento. As manifestações do TEA em bebês aparecem de diferentes maneiras:
O diagnóstico é crucialmente clínico. Geralmente, surge a partir da queixa dos responsáveis sobre a dificuldade de interação e comunicação da criança. É vital considerar que esses sinais podem variar em intensidade. Isso pode levar ao fechamento de um diagnóstico precoce.
O Transtorno do Espectro Autista também está presente no mundo das celebridades. E isso nos mostra que o TEA não é um obstáculo para alcançar altos voos no que diz respeito ao âmbito profissional. Trouxemos alguns exemplos de personalidades diagnosticadas com o transtorno.
Por exemplo, a estrela do filme “Silêncio dos Inocentes”, Anthony Hopkins, foi diagnosticado com TEA aos 70 anos. Isso nos mostra que nunca é tarde para buscar o diagnóstico e entender as características que formam uma pessoa atípica. Além disso, o ator revelou que sempre teve dificuldade de se relacionar com outras pessoas desde criança e teve uma adolescência solitária. Além de ser um intérprete de sucesso, o britânico também é um hábil pintor e musicista.
A famosa cantora por trás dos sucessos “Chandelier” e “Elastic Heart” abriu-se sobre suas lutas com o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Por muitos anos, ela enfrentou dificuldades e sentiu a necessidade de mascarar seus sintomas, usando um ‘traje humano’ para se adaptar ao convívio social. Segundo especialistas, esse tipo de comportamento e é bem comum entre os portadores do TEA.
Igualmente, a atriz Letícia Sabatella (52 anos) relatou que teve um diagnóstico tardio de TEA. Letícia conta que certos níveis de zoada chegam a fazer passar mal. Segundo ela, o diagnóstico traz alívio ao sentimento de ser “fora do comum” e de não se encaixar em um padrão.
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