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A adolescência, fase dos 12 aos 18 anos, é um momento de grandes mudanças, tanto físicas quanto emocionais, na vida dos jovens. Como fruto de tantas transformações, a saúde mental na adolescência pode ficar bastante abalada.
Uma dos efeitos de estar com a saúde mental na adolescência frágil é o suicídio. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa é a 3ª causa de morte entre jovens de 15 a 19 anos, atrás apenas da violência doméstica ou social e de acidentes de trânsito. Ainda de acordo com a OMS, outras condições de saúde mental afetam adolescentes já a partir dos 10 anos.
Por isso, falar sobre temas de saúde mental com os adolescentes é muito importante. Quebrar o tabu sobre os transtornos mentais é um passo fundamental para cuidar da saúde dos jovens.
A fase da adolescência é um período de mudanças, o que por si só já mexe bastante com a saúde mental. Entretanto, alguns fatores podem acabar agravando ainda mais a situação.
Por exemplo, muitos são vítimas de bullying na escola e acabam tendo a autoestima afetada por conta disso, já outros se sentem confusos com as descobertas da idade ou com os conflitos familiares.
Ao mesmo tempo, a pressão de escolher o curso na hora do vestibular e decidir qual profissão seguir é uma questão que afeta bastante a saúde mental dos adolescentes, despertando principalmente a ansiedade dos jovens.
É preciso estar atento aos pequenos sinais no comportamento dos jovens, porque apesar de comuns, nem todas as mudanças podem ser vistas apenas como “coisas da idade”. Alguns comportamentos característicos de quem está com a saúde mental abalada são:
Ao notar algum desses sinais, o ideal é criar uma relação de confiança com a pessoa e, em seguida, buscar a ajuda de um profissional que possa orientar os responsáveis e cuidar do caso com a atenção necessária.
Organizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Setembro Amarelo é uma campanha nacional de preservação à vida e a prevenção do suicídio. Para além do suicídio, são falados de transtornos mentais, como depressão e uso de substâncias em excesso.
Ao longo de todo o mês são realizadas rodas de conversa e palestras com especialistas. Além disso, também são feitas divulgações em canais de comunicação e nas redes sociais.
Ao mesmo tempo, o Centro de Valorização da Vida – CVV também é muito divulgado nesse período. O CVV realiza atendimentos voluntários e presta apoio emocional via chat, telefone ou e-mail 24 horas.
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